adoteca

Como seus posts viram anúncios na Adoteca

Por Equipe Adoteca · 17 de agosto de 2026

Resumo

Este guia é para ONGs e protetores cuja conta a Adoteca já acompanha. A gente lê os posts públicos dessa conta e monta um anúncio para cada pet, sem cadastro e sem trabalho novo do seu lado. Para virar anúncio, o post precisa mostrar um pet só, com nome, oferecido para adoção, com foto natural. Reanunciar o mesmo pet não cria anúncio repetido: ele volta ao topo do catálogo.

Quem resgata já publica os pets no Instagram todo dia. A Adoteca parte daí: em vez de pedir que você preencha tudo de novo num site, a gente lê o que a sua conta já publicou e monta a ficha do pet a partir do post. Este guia conta o que acontece do seu post até o anúncio no catálogo, para você saber o que esperar e o que fazer quando um pet não aparece.

Vale para as contas que a Adoteca já acompanha

O catálogo não lê o Instagram inteiro. A gente acompanha uma lista de contas de ONGs e protetores, e é dessas contas, e só delas, que saem os anúncios. Um post feito de qualquer outro perfil não vira anúncio, por mais que traga um pet só, o nome dele e a oferta de adoção.

Se você resgata e a sua conta ainda não está entre elas, fale com a gente pelo contato. Quem faz esse cadastro é a Adoteca, não existe formulário para você preencher.

E se você é tutor, e tem um pet para doar sem resgatar: o caminho é falar com ONGs e protetores da sua cidade e pedir que publiquem o pet para adoção na conta deles. Postar no seu próprio perfil não coloca o pet na Adoteca.

Não existe cadastro

Não tem formulário para preencher, planilha para mandar, senha para criar nem painel para acessar. A gente acompanha os posts públicos da sua conta e monta o anúncio de cada pet a partir deles: o nome, a espécie, o porte, a idade aproximada, o que a legenda contar sobre castração, vacina e convívio com outros animais, e as fotos.

O trabalho que sobra para você é o de sempre: postar o pet. Nada além disso.

O que um post precisa ter

Quatro coisas, e todas ao mesmo tempo. Primeiro, um pet só. O anúncio é a ficha de um animal, com a idade dele, o porte dele, a história dele; num post com três gatinhos não temos como dizer qual nome é de qual, então ele fica de fora.

Segundo, o pet precisa estar nomeado na legenda. O nome é o que identifica ele daí em diante, inclusive na hora de você avisar que ele foi adotado.

Terceiro, o post precisa oferecer o pet para adoção. Pode estar escrito com todas as letras, "para adoção", "adote", ou ficar claro pelo contexto: a descrição de um pet procurando lar, com o contato de quem cuida dele. O que não vale é post que não oferece nada, como agradecimento, campanha de doação ou pedido de ajuda com ração.

Quarto, tem que ter foto natural do pet. Ninguém adota um pet que não viu, e a nossa triagem só aproveita as fotos sem edição por cima: texto, moldura, adesivo, colagem ou print de conversa ficam de fora. Uma foto limpa já basta, quatro é o ideal; a capa pode ser tratada, desde que o post traga outras fotos naturais.

Quando falta alguma das quatro, a gente não anuncia. É de propósito: um anúncio errado atrapalha mais que um anúncio a menos, e quem está do outro lado precisa confiar no que lê.

Perdido ou achado nunca vira adoção

Essa é uma regra explícita da nossa triagem, não um acaso. Um pet desaparecido, cuja família está atrás dele, não é um pet disponível para adoção, e um cachorro achado na rua, que pode ter tutor procurando, também não. Posts assim ficam de fora do catálogo, mesmo que tragam nome, foto e um pet só.

É a regra que evita o pior erro possível aqui: alguém adotar um animal que já tem família.

De quanto em quanto tempo lemos sua conta

Entre 1 e 30 dias, num ritmo que a gente aprende da sua própria frequência: quem posta muito é lido quase todo dia; quem posta uma vez por mês é lido de mês em mês. A conta se ajusta sozinha conforme o seu movimento muda, e não tem nada para configurar.

Na prática, é isso que explica a demora entre postar e ver o pet no catálogo. Se você acabou de publicar e ele ainda não está lá, quase sempre é só a próxima leitura que ainda não chegou.

Reanunciar o mesmo pet

Postar de novo um pet que continua esperando é comum, e faz bem. O post novo não cria um segundo anúncio: ele é absorvido pelo anúncio que já existe, que segue sendo uma ficha só, com o mesmo endereço e o mesmo histórico.

O que o reanúncio faz é devolver o pet ao topo do catálogo e renovar a data que mostramos no anúncio. É a forma de dar visibilidade nova a quem está há tempo demais esperando, e vale a pena para os pets que costumam demorar mais: os adultos, os idosos, os pretos, os que precisam de cuidado especial.

Tem um efeito colateral pequeno: se a gente ainda não tiver voltado ao post original desse pet, o reanúncio empurra essa primeira revisita para mais tarde, porque a contagem parte da aparição mais recente dele no catálogo.

Uma coisa o reanúncio não faz: avisar que o pet foi adotado. Para isso o nome dele precisa vir junto com a notícia, e os caminhos estão no guia sobre como avisar que um pet foi adotado.

O contato continua sendo o seu

A Adoteca não fica entre você e quem quer adotar. O anúncio sempre leva de volta ao post original, e a conversa sobre a adoção acontece com você, no seu Instagram, do jeito que já acontece hoje. Quem entrevista, quem decide, quem entrega o pet é sempre você.

Quando a legenda traz uma forma de falar com você, é ela que aparece na ficha, junto com o link para o post. O que a Adoteca acrescenta é alcance: uma pessoa procurando um gato adulto na cidade dela encontra o seu pet mesmo sem nunca ter ouvido falar de você.

Ver pets para adoção

Perguntas frequentes

Postei um pet e ele não apareceu no catálogo. Por quê?
Pode ser só o tempo: a gente lê a sua conta de tempos em tempos, e entre uma leitura e outra pode levar até uns 30 dias. Se já passou disso, quase sempre é uma destas quatro coisas. O post mostra mais de um pet, e aí a gente não sabe qual é qual. O pet não tem nome no texto. O post não oferece o pet para adoção, é um agradecimento, um pedido de doação, uma campanha. Ou é um caso de pet perdido ou achado, que nunca vira anúncio de adoção. Um post novo, com um pet só, o nome dele e o convite para adotar resolve.
Posso mandar uma lista de pets para vocês cadastrarem?
Não dá, e não é falta de vontade: a Adoteca não tem cadastro de pet. A única fonte de um anúncio é o post público da sua conta, e é por isso que a gente também não pede senha, formulário nem planilha. Se a sua conta já é uma das que a gente acompanha, publicar do jeito que você já publica é o suficiente para o pet entrar.
Sou tutor, não resgato. Posso postar meu pet e ele entrar?
Não. A Adoteca lê as contas de ONGs e protetores que já acompanha, e só elas. Um post no seu perfil pessoal não entra no catálogo, mesmo público, mesmo no formato certo. O caminho é falar com ONGs e protetores da sua cidade e pedir que publiquem o pet para adoção na conta deles.
Postei três pets no mesmo post.
Esse post não vira anúncio. Com vários pets numa publicação só, não temos como separar quem é quem: qual nome pertence a qual foto, qual idade, qual porte, qual história. A gente prefere não anunciar a anunciar errado. Um post por pet, com o nome dele, é o formato que funciona, e é também o que rende mais para você, porque cada pet ganha a própria ficha.
Reanunciei o pet e agora tem dois anúncios dele?
Não tem. O post novo é absorvido pelo anúncio que já existe, e continua sendo uma ficha só. O que muda é a posição: o pet volta para o topo do catálogo e a data do anúncio é renovada. Reanunciar é justamente o jeito de dar visibilidade nova a quem está esperando há muito tempo.